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Jovem fica tetraplégico após mergulho em piscina e pede ajuda para fazer tratamento na Tailândia

Posted by on jun 13, 2017

tudante Lucas Chaud Costa, de 19 anos, luta para conseguir dinheiro para um tratamento no exterior, depois que ficou tetraplégico após fraturar a coluna em um mergulho na piscina, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. O tratamento para a lesão dele é feito na Tailândia, mas custa R$ 300 mil e a família não tem condições financeiras para arcar com os gastos.

(Correção: O G1 errou ao informar que Lucas Costa havia ficado paraplégico. Na verdade, após o acidente o jovem perdeu os movimentos das pernas e dos braços, ficando tetraplégico. A informação foi corrigida às 12h52 desta terça-feira [13].)

Lucas conta que sofreu o acidente em novembro de 2015, durante o aniversário de 18 anos. Segundo ele, foram dois dias de festa, que acabou depois que ele quebrou a coluna logo abaixo o pescoço, durante um mergulho na piscina. Com o acidente, o jovem perdeu os movimentos das pernas e dos braços, só conseguindo movimentar o pescoço e os ombros.

“Eu tinha acabado de acordar, aí eu fui brincar na piscina. Por um momento de vacilo, eu subi na cascata e dei uma ‘de ponta’. Com medo de bater a cabeça no fundo eu virei para cima e quebrei o pescoço”, disse o jovem em entrevista à TV Anhanguera.

A mãe dele, comerciante Luciana Costa, conta que ele foi levado para o Hospital Evangélico de Anápolis, fez cirurgia, e recebeu, ainda na unidade, a notícia de que o filho tinha perdido o movimento das pernas e parcialmente dos braços.

“Foi triste, mas eu não aceitei, eu não quis aceitar isso. Foi muito triste, meu marido ficou muito para baixo. Nós ficamos abalados mesmo”, lembrou.

O pai do jovem, o comerciante Wesley Costa, é quem o carrega nos braços para todos os lados. Com sorriso no rosto e com esperança de que o filho consiga fazer o tratamento, ele afirma que não se sente cansado por ter que movimentar com o filho.

“Ele é muito pesado, mas é um peso que o coração de pai aguenta levantar todos os dias”, brinca.

Pai de Lucas o carrega para todos os lados, em Anápolis, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Pai de Lucas o carrega para todos os lados, em Anápolis, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Pai de Lucas o carrega para todos os lados, em Anápolis, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Tratamento

Depois que Lucas foi submetido à cirurgia, ele faz fisioterapia três vezes por semana em casa e duas vezes na clínica. Recentemente, a família recebeu um laudo emitido por um hospital na Tailândia, que já tratou de pacientes com o mesmo problema do jovem.

A terapia é feita com células tronco e com a implantação de um aparelho no local lesionado, ao custo de R$ 300 mil, que a família alega não ter condições de pagar.

O jovem tem esperanças de que, com este tratamento, ele possa ganhar maior qualidade de vida e poder realizar os sonhos. Um destes desejos ele descobriu durante os desafios do tratamento.

“Quero fazer fisioterapia, depois disso, para ajudar pessoas como eu, para poder ajudar o próximo mesmo”, revelou.

Fonte: G1

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